Saturday, September 30, 2006

O que faz o Diagramador

O Diagramador deve planejar e executar a distribuição das matérias, fotos ou ilustrações no interior da página de um jornal ou revista.

Numa editora, o diagramador é quem calcula a quantidade de textos, fotos e ilustrações na página, além do número de páginas da publicação. Também é responsável pela escolha do tipo de letra a ser usado. Não existe curso superior de diagramação. Apenas disciplinas que fazem parte dos cursos de Comunicação Social, Desenho Industrial e Comunicação Visual, onde se aprendem técnicas específicas para o desenvolvimento do trabalho.

Hoje em dia, o diagramador, seja de jornal, revista ou livro, atua na área de editoração eletrônica, aproveitando o avanço proporcionado pelo desenvolvimento tecnológico.

Ferramentas modernas, como os programas de computador Photoshop, Adobe InDesign, CorelDraw!, Quarkexpress auxiliam na execução do seu trabalho.

O diagramador é um profissional que trabalha na organização e disposição do material em um jornal, revista, folder e qualquer outro impresso. Eles atuam no segmento de edição, impressão e reprodução de gravações e em diversas atividades empresariais como empregados assalariados com carteira assinada. Muitas vezes, permanecem expostos a materiais tóxicos, radiação e ruído intenso, o que pode gerar uma situação de estresse.

Este profissional é o responsável pela produção de material para pré-impressão, isto é, ele “monta” a arte gráfica do que vai ser impresso. Muitas vezes, eles realizam também um trabalho de tratamento de imagens e de revisão de textos, o que caracteriza seu trabalho como de revisor também.

O diagramador é responsável pela cara do impresso e para ser um bom profissional, é imprescindível que o diagramador busque uma identidade.

Identidade - diz respeito aos elementos que identificam a marca da empresa.

Impacto - é a capacidade de fazer com que as pessoas se atraiam e comentem a novidade encontrada.

Audiência - pode ser entendida como o retorno da satisfação do público alvo.

Competitividade - é a capacidade de se oferecer um produto diferente ao usuário, com isto mantendo-se à frente da concorrência.

Saturday, September 16, 2006

Roteiro básico de design gráfico

O ponto de partida para um projeto gráfico é ter a concepção da mensagem que queremos emitir; a mensagem deve estar totalmente clara em nossa mente.

Certamente você já ouviu falar que, na vida, tudo é uma questão de escolha. Pois bem, realmente é. Porém, saber qual é a melhor escolha para cada ocasião não é nada fácil. Neste artigo, vou tentar demonstrar como fazer a melhor possível, visando construir um roteiro orientado para criar peças gráficas consistentes.

Para compor uma peça gráfica que chame a atenção, que desperte interesse e leve o receptor a uma ação positiva em relação à mensagem proposta, é preciso que haja perfeita harmonia entre todos os elementos que compõem o design da arte. Qualquer elemento simbólico não condizente com a mensagem pode desviar o receptor do objetivo da comunicação, pondo em risco todo o trabalho.

O ponto de partida para um projeto gráfico é ter a concepção da mensagem que queremos emitir. Tal visão deve ir ao encontro do objetivo da comunicação, ou seja, a mensagem deve estar totalmente clara em nossa mente, pois só assim poderemos seguir os passos na ordem correta.

O primeiro passo é criar o texto comunicativo, o qual deve ser adequado ao objetivo da comunicação. Convém utilizar palavras de um mesmo campo semântico, isto é, que tenham ligação próxima com o tema da peça. Há várias técnicas de redação, por isso, é importante ler muito sobre diversos assuntos, além de realizar uma leitura específica de auxílio, como a obra Redação publicitária – a prática na prática, de Zeca Martins.

Não se pode esquecer, é claro, da tipografia, pois não basta ter um ótimo texto, a fonte usada deve ser coerente com a mensagem.

O segundo passo refere-se à cor a ser usada. Refletir sobre o objetivo da comunicação pode deixar as coisas mais fáceis aqui. Por exemplo: se o objetivo for comunicar a chegada de algum novo produto no mercado, relacionado à tecnologia, uma opção certamente seria um tom de azul; caso se trate de um anúncio de pizzaria, a cor vermelha seria indispensável.

Pense na cor como sendo um elemento de grande importância e, por isso, deve ser coerente com o objetivo do job. Há diversos estudos sobre cores. Essas pesquisas vão desde como a luz influencia na composição da cor, quando em contato com pigmentos, o que nos remete à física; passando pelo significado das cores – como as pessoas reagem quando expostas a determinadas tonalidades, o que nos é mostrado pela psicologia – e ainda se ramificam em uma infinidade de estudos.

É importante que o designer conheça muito bem as cores. Para um aprofundamento maior sobre o tema, consulte o livro de Israel Pedrosa, Da cor à cor inexistente.

O terceiro passo é: tendo o texto comunicativo e a cor (ou cores) adequadas, o designer deve pensar em símbolos para representar, com precisão, a mensagem. Cada símbolo inserido na peça deve ser cuidadosamente analisado, assim como também as palavras que compõem toda a parte textual da peça. É aconselhado evitar elementos simbólicos que levem o receptor da mensagem a uma interpretação ambígua, pois isso criaria um ruído grave, um desvio do objetivo da comunicação. Conhecer semiologia é outra ferramenta indispensável para o designer.

Um ótimo livro que trata do assunto é Sinais e símbolos – desenho, projeto e significado, de Adrian Frutiger.

Para finalizar o trabalho com arte em grande estilo, deixo uma importante dica: se possível, espere alguns dias para publicar a peça, pois, com ela já mentalizada pode-se melhorá-la muito, tanto o texto quanto a arte em geral. É possível que algo visualizado nos remeta à idéia referencial da peça, ou ainda em sonho.

O importante é ficarmos atentos e não deixarmos passar nada que possa ser acrescentado ao trabalho. Tenha em mente, principalmente, o objetivo da comunicação.

Assim, certamente você perceberá novos símbolos no seu dia-a-dia.

Friday, September 01, 2006

Como Funciona a Internet ?

A Internet é uma grande teia de cabos e comunicações via satélite, ligando servidores e micro-computadores de todo o mundo entre si através do mesmo padrão de comunicação.
Além de ser o maior banco de informações do mundo, é também o mais rápido e mais barato meio de comunicação do planeta.


Dos vários ambientes que a Internet contém, os de e-mail e os de WEB (www, world wide web – tradução : teia mundial) são os mais utilizados.

Dentro do ambiente WEB localizamos os websites – que são "lugares" ocupados por textos, fotos, animações gráficas, sons, vídeos etc de empresas ou pessoas. Cada website tem um endereço virtual, chamado URL que significa Uniform Resource Location – tradução : local uniforme de recurso. Este endereço indica exatamente onde as informações se encontram e têm geralmente o formato : www.nomedoprovedor.com.br/seunome ou www.domíniopróprio.tipododomínio
Colocar uma página na Rede é o processo que abrange desde o desenvolvimento da mesma, feito por um webdesigner , até os trâmites burocráticos de registro e hospedagem do domínio (marca na Internet).

Quem organiza a Rede?

Até o início dos anos 80, variados "mundos" de comunicação à distância tiveram vidas paralelas.
Para que a comunicação entre elas não causasse uma ocupação desordenada do CIBERESPAÇO, congestionando a rede e desviando mensagens, foi implantado um sistema de nome de domínios – Domain Name System (DNS) – capaz de traduzir em palavras significativas e fáceis de lembrar a longa série de números que identifica cada computador conectado à rede. Instituído em 1984, o DNS dividiu os nomes de domínios em cinco áreas de atividades, que hoje já não atendem mais à diversidade dos usuários em âmbito global, e passam por ampla e polêmica reforma.

A tarefa de coordenar o uso dos domínios coube à IANA – Internet Assigned Numbers Authority e o monopólio sobre o gerenciamento dos registros .com .net e .org à Network Solutions.

Tal monopólio acabou gerando conflitos, motivando a criação de outras entidades normatizadoras.

A crise do DNS nos EUA tomou tais proporções, originando conflitos jurídicos, envolvendo entidades de direitos autorais e de propriedade industrial, que debatem sobre um novo modelo de gerenciamento de registros.

No Brasil, o sitema de domínios é gerenciado pela FAPESP – Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, por delegação do Comitê Gestor Internet do Brasil (CG), que vem tentando manter a identidade entre o nome do domínio e a função que ele representa.

Além dos 14 domínios de primeiro nível (DPNs), dentre os quais os mais utilizados são o com.br (comércio em geral), org.br (entidades não governamentais sem fins lucrativos), psi.br (provedores de serviço Internet), e dos domínios de nomes pessoais (nom.br), o CG que atua como "contato administrativo" dos domínios .br junto à Internic, aprovou a criação de registros para profissionais liberais abrangendo diversas categorias como adv.br para advogados, eng.br para engenheiros, fot.br para fotógrafos, med.br para médicos, entre outros.